Guia Capítulo
Introdução ao Jornalismo Investigativo: Introdução
As investigações têm como base princípios, elementos e requisitos rigorosos de evidência, precisão e imparcialidade. Elas também exigem um planejamento sólido e detalhado.
Este guia da GIJN apresenta conselhos e ferramentas para jornalistas começando no jornalismo investigativo, inclusive sobre verificação de fatos, segurança digital, técnicas de entrevista e diretrizes para editores.
Estamos nos aproximando de um ponto em que a relação sinal-ruído está quase igual a um — o que significa que, à medida que o ritmo da desinformação se aproxima do da informação factual, torna-se praticamente impossível distinguir o que é real. Este guia ensina jornalistas a identificar conteúdo gerado por inteligência artificial (IA) sob […]
Este guia fornece aos jornalistas investigativos um contexto essencial e conselhos práticos para permitir melhores investigações da indústria dos combustíveis fósseis.
Apresentando conselhos de jornalistas e analistas de segurança especialistas, que estão trabalhando para combater desinformação, malware, spyware e trolling. O guia é parte de um projeto sobre Ameaças Digitais, em andamento, no qual a GIJN está trabalhando com Craig Silverman e um grupo de experts para oferecer um programa de treinamento online exclusivo de investigações […]
O especialista em pesquisa online Henk van Ess criou um guia de cinco capítulos que oferece aos repórteres instruções passo a passo sobre como usar a pesquisa em mídias sociais para realizar investigações de pessoas e assuntos.
Nota do editor: Este guia foi atualizado pela última vez em abril de 2024. Procurando uma chance de melhorar suas habilidades e expandir sua rede de contatos? Cansado da rotina diária em sua redação? Procurando financiamento para seu projeto dos sonhos? Pode ser hora de se candidatar a uma bolsa de subsídio ou de estudos. […]


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Embora existam muitos exemplos de estudantes que atuam como repórteres de investigação e que são apoiados pelas suas instituições, há muitos outros que enfrentam falta de cooperação, baixos salários, ameaças legais, problemas de financiamento e até ameaças físicas.
Para a série Minhas Ferramentas Favoritas da GIJN, conversamos com a jornalista brasileira Tai Nalon, diretora executiva e cofundadora do site de checagem Aos Fatos, que lidera uma premiada equipe de reportagem de quase 20 pessoas.
Em uma era em que a corrupção, o crime financeiro e o comércio ilícito se espalham rotineiramente pelo mundo, o mesmo deve acontecer com as investigações que os descobrem. Mas um dos obstáculos menos discutidos e muitas vezes inesperados nessa busca envolve as dificuldades que os jornalistas investigativos podem enfrentar ao tentar cruzar fronteiras fisicamente. Neste artigo, a GIJN analisa os desafios que os jornalistas investigativos enfrentam ao viajar e cruzar fronteiras e algumas dicas para evitá-los.
A editora de português da GIJN, Ana Beatriz Assam, oferece sua escolhas para o melhor do jornalismo investigativo em português em 2022 – apresentando histórias do Brasil, Portugal e Moçambique.
Marcel Gomes, da Repórter Brasil, ganhou o Prêmio Ambiental Goldman 2024. Ele liderou uma equipe que investigou e expôs a conexão entre a carne vendida em supermercados ocidentais e o desmatamento ilegal no Brasil.
Os historiadores sempre usaram documentos de arquivo para estudar o que aconteceu anos, décadas ou até séculos atrás. Mas por vezes são os jornalistas que investigam o passado e descobrem verdades que são suficientemente grandes para “reescrever a história”.
Três repórteres de diferentes partes do mundo discutiram as inúmeras ameaças iminentes à democracia — e compartilharam dicas para expor os maus atores por trás da desinformação eleitoral e dos ataques autoritários.
Durante o primeiro dia da GIJC23, participantes ouviram sobre como a tecnologia pode ajudar as redações, como as investigações revelaram o impacto da IA nas comunidades e como os jornalistas podem ir além das narrativas de exagero ou desespero com essa tecnologia.
Atualmente, os golpes funcionam como extensas organizações criminosas transnacionais. Mas os jornalistas podem expor essas redes rastreando inconsistências, mapeando operações e colaborando além-fronteiras.
Na GIJC25, freelancers veteranos da África, Ásia e Europa compartilharam dicas sobre como encontrar financiamento, gerenciar a segurança e negociar com editores sobre valores, comissões e prazos.
Abordar histórias religiosas pode exigir maneiras criativas de superar a falta de acesso e de buscar ajuda em momentos difíceis. Confira dicas dados durante a GIJC25 para abordar esse assunto.
Na GIJC25, a jornalista investigativa peruana Fabiola Torres mostrou aos repórteres como desvendar os sistemas por trás dos monopólios farmacêuticos e como conectar as estruturas de mercado ao impacto humano.
O Sigma Awards celebra o melhor jornalismo de dados do mundo todo. Estão abertas as inscrições para projetos de dados com publicação prevista para 2025.
A GIJN tem o orgulho de anunciar que é a nova organizadora do prêmio anual de jornalismo de dados SIGMA, que já está aceitando inscrições para a rodada de 2025.
Desde o mapeamento do impacto do crime organizado até à investigação de desvios de fundos e contratos públicos, o jornalismo de dados está ajudando os meios de comunicação em toda a região realizando projetos inovadores que revelam as histórias escondidas em grandes volumes de dados.
Neste rápido artigo de instruções, o pesquisador de código aberto Youri van der Weide orienta os leitores sobre como usar a ferramenta gratuita SunCalc para verificar onde uma foto ou vídeo postado online foi tirado.
Desde o mapeamento do impacto do crime organizado até à investigação de desvios de fundos e contratos públicos, o jornalismo de dados está ajudando os meios de comunicação em toda a região realizando projetos inovadores que revelam as histórias escondidas em grandes volumes de dados.
Os podcasts investigativos da América Latina conseguiram misturar com sucesso a reportagem tradicional com um dos gêneros mais antigos do continente: o jornalismo narrativo.
Quando a premiada jornalista da Folha de São Paulo fez uma investigação sobre desinformação eleitoral, ela própria se tornou alvo de desinformação. Ela conversa com a GIJN sobre como lidar com inimigos em cargos importantes, recuperar sua “vida normal de repórter” e suas ferramentas favoritas.
À medida que o crime organizado na região se multiplica, o jornalismo investigativo está à altura do desafio, utilizando formas inovadoras para cobrir ameaças em constante mudança.
Nossa primeira série de enfoques regionais celebra as conquistas de nossos membros na América Latina e de outros que reportam da região. Estes artigos contam as histórias de repórteres de todo o continente, se aprofundamento em investigações que importam e detalhando como os meios de comunicação estão criando projetos de reportagem inovadores em meio aos […]