{"id":1214001,"date":"2023-07-17T03:24:23","date_gmt":"2023-07-17T07:24:23","guid":{"rendered":"https:\/\/gijn.org\/?p=647586"},"modified":"2023-08-30T08:26:43","modified_gmt":"2023-08-30T12:26:43","slug":"investigando-abuso-sexual-guia-atualizado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/recursos\/investigando-abuso-sexual-guia-atualizado\/","title":{"rendered":"Investigando abuso sexual: guia atualizado"},"content":{"rendered":"<p>O tema da viol\u00eancia sexual continua sendo delicado, se n\u00e3o tabu, em grande parte do mundo e frequentemente n\u00e3o \u00e9 noticiado. O jornalismo de den\u00fancia tem come\u00e7ado a investigar a fundo casos de viol\u00eancia sexual, mas essas investiga\u00e7\u00f5es ainda s\u00e3o relativamente escassas, considerado o n\u00famero estimado de casos mundiais.<\/p>\n<aside class=\"module align-right half type-pull-quote\">Em zonas de conflito, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 perigosa \u2013 de acordo com a ONU, <a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/reliefweb.int\/report\/world\/hidden-victims-sexual-violence-war\">para cada estupro documentado em guerras, entre 10 e 20 estupros n\u00e3o s\u00e3o denunciados<\/a>.<\/aside>\n<p>O guia a seguir \u00e9 baseado em dicas e t\u00e9cnicas descritas durante o webinar <a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=3YKAIZci6h0\">Investigating Sexual Abuse<\/a> (em portugu\u00eas, Investigando o abuso sexual), realizado pela GIJN em novembro de 2020, e complementado por uma pesquisa do Centro de Recursos da GIJN que analisou casos relevantes, organiza\u00e7\u00f5es \u00fateis e guias. O webinar apresentou, como palestrantes, L\u00e9na\u00efg Bredoux, editora de g\u00eanero da Mediapart; Sophia Huang, jornalista freelancer na China; Ashwaq Masoodi, jornalista freelance na \u00cdndia; e a moderadora Susanne Reber, produtora-executiva de podcasts na Scripps, empresa de m\u00eddia dos Estados Unidos.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A <\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/apps.who.int\/iris\/bitstream\/handle\/10665\/77434\/WHO_RHR_12.37_eng.pdf?sequence=1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) define a viol\u00eancia sexual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> como \u201cqualquer ato sexual, tentativa de obter um ato sexual, coment\u00e1rios ou avan\u00e7os sexuais indesejados, ou atos de tr\u00e1fico ou de outra forma dirigidos contra a sexualidade de uma pessoa usando coer\u00e7\u00e3o, por qualquer pessoa, independentemente de seu relacionamento para a v\u00edtima, em qualquer ambiente, incluindo mas n\u00e3o limitado a casa e trabalho\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em zonas de conflito, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 perigosa \u2013 de acordo com a ONU, <\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/reliefweb.int\/report\/world\/hidden-victims-sexual-violence-war\"><span style=\"font-weight: 400;\">para cada estupro documentado em guerras, entre 10 e 20 n\u00e3o s\u00e3o denunciados<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Mas mesmo em sociedades mais est\u00e1veis, os n\u00fameros s\u00e3o alarmantes.<\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/bjs.ojp.gov\/content\/pub\/pdf\/cv16.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\"> De acordo com o Departamento de Justi\u00e7a dos Estados Unidos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, quase 80% dos estupros e agress\u00f5es sexuais n\u00e3o s\u00e3o denunciados. Na Indon\u00e9sia, o Lentera Sintas, um grupo de apoio a v\u00edtimas de estupro, <\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.reuters.com\/article\/us-indonesia-crime-women-idUSKCN1051SC\"><span style=\"font-weight: 400;\">informou que esse n\u00famero \u00e9 superior a 90%<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Enquanto isso, a Universidade do Sul da Dinamarca descobriu que, apesar de o pa\u00eds n\u00f3rdico ser considerado um dos mais seguros para as mulheres, <\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.amnesty.org\/en\/latest\/press-release\/2019\/04\/rape-and-sexual-violence-in-nordic-countries-consent-laws\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">890 estupros foram relatados em um ano, enquanto 24.000 mulheres realmente sofreram estupro ou tentativa de estupro<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Entre os motivos para se recusarem a denunciar as agress\u00f5es, as sobreviventes mencionam a vergonha, o medo de repres\u00e1lias, julgamentos ou at\u00e9 mesmo o ostracismo de seu grupo social, al\u00e9m da injusti\u00e7a que podem enfrentar em processos criminais.<\/span><\/p>\n<p>Este guia \u00e9 baseado em dicas e t\u00e9cnicas extra\u00eddas do webinar da GIJN, Investigando o abuso sexual (veja o v\u00eddeo do YouTube abaixo).<\/p>\n<div class=\"oembed-container\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"How to Investigate Sexual Abuse\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3YKAIZci6h0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<h4><\/h4>\n<h4><strong>Sete dicas para reportar viol\u00eancia sexual<\/strong><\/h4>\n<h5><strong>1. Pesquise leis e estat\u00edsticas<\/strong><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pesquise as condi\u00e7\u00f5es locais e entenda o ambiente cultural.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li>Colete estat\u00edsticas para sua regi\u00e3o; encontre dados sobre a preval\u00eancia da viol\u00eancia sexual.<\/li>\n<li>Esteja ciente de que as estat\u00edsticas indicam que a maioria das v\u00edtimas n\u00e3o relata agress\u00f5es sexuais \u00e0s autoridades policiais.<\/li>\n<li>Que porcentagem foi denunciada \u00e0 pol\u00edcia? Que porcentagem n\u00e3o foi?<\/li>\n<li>Quantos casos foram processados? Que porcentagem resultou em condena\u00e7\u00e3o ou absolvi\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<li>Entenda as leis, regulamentos e defini\u00e7\u00f5es relevantes de termos comuns.<\/li>\n<li>Encontre especialistas, grupos ou organiza\u00e7\u00f5es para ajudar a tornar sua hist\u00f3ria mais precisa e fornecer diferentes perspectivas.<\/li>\n<\/ul>\n<h5><strong>2. Encontre hist\u00f3rias<\/strong><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na sess\u00e3o <\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/youtu.be\/OnqDpBpriZ4\"><span style=\"font-weight: 400;\">Investigando o Ass\u00e9dio Sexual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> na Confer\u00eancia Global de Jornalismo Investigativo de 2019, Pascale Mueller, do BuzzFeed News Germany, listou estas maneiras de encontrar hist\u00f3rias:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Dicas de fontes an\u00f4nimas (via Signal ou SecureDrop).<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Dicas de pesquisadores\/sindicalistas.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Dicas dos pr\u00f3prios sobreviventes ou testemunhas.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Participe de grupos de m\u00eddia social e fa\u00e7a perguntas.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Tenha uma maneira p\u00fablica, facilmente acess\u00edvel e segura para as pessoas entrarem em contato com voc\u00ea.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Entre em contato com a comunidade que deseja cobrir.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h5><b>3. Crie confian\u00e7a<\/b><\/h5>\n<p>Seja claro com os sobreviventes sobre seu processo e explique seu trabalho a cada passo do caminho.<\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Diga a eles que ser\u00e1 um caminho longo e dif\u00edcil, e \u00e9 seu trabalho corroborar as informa\u00e7\u00f5es.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Reconhe\u00e7a o risco que eles correram para se manifestar.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Explique por que levar\u00e1 tempo, como voc\u00ea trabalha e como coleta evid\u00eancias.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Entenda que se trata de consentimento cont\u00ednuo e \u00e9 um relacionamento, n\u00e3o uma transa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Os sobreviventes podem ter sido privados de seu arb\u00edtrio (poder); deixe-os decidir como se comunicar, onde se encontrar, quando falar e por quanto tempo.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">A rep\u00f3rter investigativa do Mediapart, <\/span><a href=\"https:\/\/gijn.org\/2020\/03\/04\/the-french-journalists-behind-trail-blazing-investigations-into-sexual-violence\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Marine Turchi<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, observa que h\u00e1 \u201cum tempo para ouvir e um tempo para verificar os fatos\u201d.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h5><b>4. Compile evid\u00eancias<\/b><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de \u201cele disse, ela disse\u201d. Muitas vezes, h\u00e1 evid\u00eancias tang\u00edveis que podem ser compiladas. Portanto, quando lhe disserem que \u201cn\u00e3o h\u00e1 provas\u201d, procure um conjunto de evid\u00eancias:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Documentos, mensagens de texto, e-mails, conte\u00fado de m\u00eddia social, di\u00e1rios, cartas e fotos dos sobreviventes para mostrar que se conheciam.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Documentos de familiares, amigos, colegas da v\u00edtima e do acusado.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Outras v\u00edtimas ou testemunhas, relatos em primeira pessoa.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">As v\u00edtimas podem ter deletado suas mensagens para o perpetrador, mas muitas vezes podem ter falado sobre isso com outras pessoas. Procure maneiras de recuperar mensagens exclu\u00eddas.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Registros financeiros ou legais, como registros disciplinares, testemunhos e a\u00e7\u00f5es judiciais. Isso pode revelar quem mais estava envolvido e quem mais sabia.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Verifique datas e locais para criar uma linha do tempo.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h5><b>5. Reconhe\u00e7a Padr\u00f5es<\/b><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A viol\u00eancia sexual tem a ver com poder e domina\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">As hist\u00f3rias s\u00e3o mais fortes quando envolvem v\u00e1rias v\u00edtimas porque mostram um padr\u00e3o.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">V\u00e1rias testemunhas podem ter falado com o perpetrador e podem dizer se a pessoa usou linguagem ou comportamento sexista, mostrando padr\u00f5es de comportamento.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Compreender os desequil\u00edbrios relacionados a g\u00eanero, classe social e hierarquias.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Contate institui\u00e7\u00f5es acusadas de cumplicidade, mas n\u00e3o revele tudo o que sabe nem d\u00ea pistas sobre as suas fontes.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h5><b>6. Use linguagem precisa<\/b><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Escolha cuidadosamente palavras e frases. Defini\u00e7\u00f5es importam. Estupro \u00e9 viol\u00eancia, n\u00e3o \u201csexo\u201d.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Deixe os sobreviventes escolherem palavras que se encaixem em suas situa\u00e7\u00f5es (por exemplo, \u201csobrevivente\u201d, \u201cv\u00edtima\u201d).<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Evite fazer perguntas do tipo \u201cporque\u201d aos sobreviventes, o que pode sugerir que eles foram os respons\u00e1veis de alguma forma.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Questione as falhas institucionais, n\u00e3o a v\u00edtima. Pergunte &#8220;O que o impede de ir \u00e0 pol\u00edcia?&#8221; n\u00e3o &#8220;Por que voc\u00ea n\u00e3o foi \u00e0 pol\u00edcia?&#8221;<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h5><b>7. Reconhe\u00e7a sua responsabilidade<\/b><\/h5>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Relatar hist\u00f3rias de agress\u00e3o sexual requer uma combina\u00e7\u00e3o de compaix\u00e3o, empatia, sensibilidade, respeito e consci\u00eancia psicol\u00f3gica. Relatamos as hist\u00f3rias quando um problema privado se torna uma preocupa\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Respeite os sobreviventes e seu direito de dizer n\u00e3o e de fazer suas pr\u00f3prias escolhas.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Tenha equil\u00edbrio constante entre empatia e fatos.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Depois que a hist\u00f3ria for publicada, mantenha contato com a v\u00edtima.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o, os sobreviventes podem encontrar consolo com outras v\u00edtimas ou grupos.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4><strong>Estudos de caso\u00a0<\/strong><\/h4>\n<p>Confira agora uma sele\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias recentes sobre investiga\u00e7\u00f5es de abuso ou viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.thenewhumanitarian.org\/2022\/09\/22\/exclusive-alleged-sex-abuse-aid-workers-unchecked-years-un-run-south-sudan-camp\"><span style=\"font-weight: 400;\">Suposto abuso sexual por trabalhadores humanit\u00e1rios por anos sem controle no campo da ONU no Sud\u00e3o do Sul<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (2022). Esta investiga\u00e7\u00e3o do The New Humanitarian e da Al Jazeera baseia-se fortemente em documentos n\u00e3o publicados e faz parte da cobertura cont\u00ednua do TNH sobre a responsabilidade do setor de ajuda humanit\u00e1ria em torno do abuso sexual.<\/span><\/p>\n<p><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.thenewhumanitarian.org\/2021\/05\/12\/exclusive-new-sex-abuse-claims-against-ebola-aid-workers-exposed-congo\"><span style=\"font-weight: 400;\">Novas alega\u00e7\u00f5es de abuso sexual contra trabalhadores humanit\u00e1rios do Ebola expostas no Congo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (2021). Uma investiga\u00e7\u00e3o do The New Humanitarian e da Thomson Reuters Foundation sobre as reivindica\u00e7\u00f5es de 22 mulheres em Butembo, que alegaram que trabalhadores humanit\u00e1rios da ONU, no leste da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, lhes ofereceram empregos em troca de sexo ou as estupraram.<\/span><\/p>\n<p><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2021\/04\/13\/world\/americas\/venezuela-abortion-assault.html\"><span style=\"font-weight: 400;\">As \u00fanicas presas ap\u00f3s o estupro de uma crian\u00e7a: as mulheres que a ajudaram<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (2021). Um artigo do New York Times sobre o ataque a uma menina de 13 anos na Venezuela e a pris\u00e3o de sua m\u00e3e e de uma professora que a ajudou a interromper a gravidez. A pris\u00e3o das duas mulheres, enquanto o estuprador permanecia em liberdade, gerou um debate nacional sobre a legaliza\u00e7\u00e3o do aborto.<\/span><\/p>\n<p><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.thenewhumanitarian.org\/editors-take\/2021\/5\/19\/what-comes-next-after-journalists-expose-aid-worker-sex-abuse\"><span style=\"font-weight: 400;\">Expomos o abuso sexual de trabalhadores humanit\u00e1rios durante o surto de Ebola. E agora?<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (2021). A New Humanitarian e a Thomson Reuters Foundation entrevistaram <\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.thenewhumanitarian.org\/2021\/05\/12\/exclusive-new-sex-abuse-claims-against-ebola-aid-workers-exposed-congo\"><span style=\"font-weight: 400;\">mais de 70 mulheres<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> que disseram que <\/span><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.thenewhumanitarian.org\/2020\/09\/29\/exclusive-more-50-women-accuse-aid-workers-sex-abuse-congo-ebola-crisis\"><span style=\"font-weight: 400;\">trabalhadores humanit\u00e1rios de algumas das maiores organiza\u00e7\u00f5es do mundo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> lhes ofereceram trabalho em troca de sexo durante o surto de Ebola na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo entre 2018 e 2020.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gijn.org\/2020\/03\/04\/the-french-journalists-behind-trail-blazing-investigations-into-sexual-violence\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">As jornalistas francesas respons\u00e1veis pelas investiga\u00e7\u00f5es pioneiras sobre viol\u00eancia sexual<\/a> (2020). Marthe Rubio conversa com L\u00e9na\u00efg Bredoux e Marine Turchi sobre as metodologias e motiva\u00e7\u00f5es por tr\u00e1s das investiga\u00e7\u00f5es do site franc\u00eas <a href=\"https:\/\/www.mediapart.fr\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mediapart<\/a>\u00a0sobre a viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.nybooks.com\/daily\/2019\/03\/13\/the-impact-of-metoo-in-france-an-interview-with-lenaig-bredoux\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O impacto do #MeToo na Fran\u00e7a: Uma entrevista com L\u00e9na\u00efg Bredoux<\/a> (2019). Em conversa com Aida Alami, para a New York Review of Books, Bredoux examina o seu trabalho na cobertura de alega\u00e7\u00f5es de m\u00e1 conduta sexual e a defesa do mesmo em tribunal.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/witness.verified-podcast.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Verified\u00a0<\/a>(2020). Verificado, em portugu\u00eas. O podcast investigativo com\u00a010\u00a0epis\u00f3dios, da Investigative Reporting Network Italy (<a href=\"https:\/\/gijn.org\/2020\/02\/24\/how-italian-investigative-journalists-are-taking-on-international-mafias-while-trying-not-to-go-broke\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">IRPI<\/a>) e da empresa americana Stitcher, conta a hist\u00f3ria de um predador sexual que drogou e agrediu mulheres de f\u00e9rias na It\u00e1lia. A RivistaStudio analisa o podcast no texto\u00a0<a href=\"https:\/\/www.rivistastudio.com\/dino-maglio-stupri-podcast\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lo Stupratore su Couchsurfing<\/a>\u00a0(O Estuprador no Couchsurfing, em tradu\u00e7\u00e3o livre).<\/p>\n<div id=\"attachment_275633\" style=\"width: 781px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AUDIO-Verified-1116x733-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-275633\" class=\"wp-image-275633 size-large\" src=\"https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AUDIO-Verified-1116x733-1-771x506.jpg\" alt=\"Investigando abuso sexual\" width=\"771\" height=\"506\" srcset=\"https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AUDIO-Verified-1116x733-1-771x506.jpg 771w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AUDIO-Verified-1116x733-1-336x221.jpg 336w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AUDIO-Verified-1116x733-1-768x504.jpg 768w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AUDIO-Verified-1116x733-1.jpg 1116w\" sizes=\"auto, (max-width: 771px) 100vw, 771px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-275633\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Captura de tela<\/p><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2020\/10\/22\/world\/middleeast\/iran-metoo-aydin-aghdashloo.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Um despertar do #MeToo agita o Iran<\/a> (2020). Acusa\u00e7\u00f5es de m\u00e1 conduta sexual ao longo de 30\u00a0anos s\u00e3o apresentadas contra o artista iraniano Aydin Aghdashloo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.thejournal.ie\/readme\/rodney-edwards-impartial-reporter-4857069-Oct2019\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rodney Edwards: Como um homem corajoso entrou em nossa reda\u00e7\u00e3o para revelar chocantes casos de abusos<\/a> (2019). Edwards escreve sobre como ele e as v\u00edtimas de abuso infantil expuseram irregularidades em sua <a href=\"https:\/\/www.holdthefrontpage.co.uk\/2020\/news\/reporter-wins-national-recognition-for-child-sex-abuse-probe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">investiga\u00e7\u00e3o premiada<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pulitzer.org\/winners\/new-york-times-reporting-led-jodi-kantor-and-megan-twohey-and-new-yorker-reporting-ronan\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">As s\u00e9ries do New York Times e New Yorker sobre Weinstein e outros<\/a> (2018). O Pr\u00eamio Pulitzer de Servi\u00e7o P\u00fablico foi dividido pelo The New York Times, pelas reportagens lideradas por Jodi Kantor e Megan Twohey, e pelo The New Yorker, pelas reportagens de Ronan Farrow, como reconhecimento de um jornalismo que exp\u00f4s predadores sexuais poderosos e ricos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2019\/09\/08\/books\/review\/she-said-jodi-kantor-megan-twohey.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201cEla disse\u201d reconta como duas rep\u00f3rteres do Times deram o furo sobre Harvey Weinstein<\/a> (2019). Uma resenha do livro que surgiu da investiga\u00e7\u00e3o do The New York Times sobre Harvey Weinstein e outros homens importantes envolvidos em abuso sexual sist\u00eamico.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gijc2019.org\/2019\/09\/27\/tips-for-reporters-working-with-survivors-of-child-abuse\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conselhos para rep\u00f3rteres que trabalham com sobreviventes de abuso infantil<\/a> (2019). Dicas jornal\u00edsticas extra\u00eddas da Confer\u00eancia Global de Jornalismo Investigativo de 2019, para conduzir investiga\u00e7\u00f5es delicadas sobre abusos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.crikey.com.au\/inq\/pathology-of-a-predator\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A patologia de um predador<\/a> (2019). A s\u00e9rie de quatro\u00a0reportagens do site australiano Crikey denunciou a pedofilia na Igreja Cat\u00f3lica por meio de entrevistas com padres, fi\u00e9is, seminaristas e v\u00edtimas. Suzanne Smith foi a autora de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.newcastleherald.com.au\/story\/6883709\/searching-for-the-truth-in-a-horrific-history-of-clerical-child-sex-abuse\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Altar Boys<\/a>\u00a0(Os Rapazes do Altar, em tradu\u00e7\u00e3o livre), um texto sobre pedofilia clerical, publicado em 2020.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gijn.org\/2018\/08\/22\/investigative-journalists-propel-metoo-reporting-at-chinas-universities\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jornalistas investigativos impulsionaram a reportagem #MeToo em universidades da China<\/a> (2018). Tr\u00eas casos ocorridos nas principais universidades chinesas formaram a linha de frente da reportagem de Ying Chan, Siran Liang e Lizzy Huang, sobre o movimento #MeToo em territ\u00f3rio chin\u00eas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gijn.org\/2018\/09\/18\/how-metoo-china-inspired-a-user-generated-model-of-investigative-journalism\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Como o #MeToo China inspirou um modelo de jornalismo investigativo focado no conte\u00fado gerado pelo usu\u00e1rio<\/a> (2018). \u00c9 a segunda de uma s\u00e9rie de reportagens sobre a onda de mat\u00e9rias investigativas por tr\u00e1s do movimento #MeToo na China, por Ying Chan, para a GIJN.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2018\/01\/25\/business\/media\/indy-star-gymnastics-abuse.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tardiamente, The Indianapolis Star recebe o que merece pela investiga\u00e7\u00e3o do caso da Gin\u00e1stica<\/a> (2018). Essa pe\u00e7a explora os <a href=\"https:\/\/www.indystar.com\/story\/news\/investigations\/2016\/08\/04\/usa-gymnastics-sex-abuse-protected-coaches\/85829732\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">dois\u00a0anos do projeto investigativo<\/a>\u00a0que levou \u00e0 pris\u00e3o do ex-m\u00e9dico da equipe nacional de gin\u00e1stica dos Estados Unidos, acusado de molestar mais de\u00a0100\u00a0garotas, inclusive,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2018\/01\/26\/opinion\/sunday\/larry-nassar-rachael-denhollander.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">atletas ol\u00edmpicas<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.livemint.com\/Politics\/Uy1zUakNaufOGXPN9qFoRN\/What-happens-when-MeToo-goes-to-court.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O que acontece quando o #MeToo acaba em julgamento<\/a> (2018). O jornalista Ashwaq Masoodi escreve sobre o longo caminho trilhado por v\u00edtimas de ass\u00e9dio sexual at\u00e9 a justi\u00e7a, na \u00cdndia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/politiken.dk\/tag\/main\/De_misbrugte_filmb%C3%B8rn\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A investiga\u00e7\u00e3o do Politiken<\/a> (2018) sobre abuso de atores infantis na ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica dinamarquesa.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/niemanreports.org\/articles\/covering-sexual-assault\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cobrindo a agress\u00e3o sexual<\/a>\u00a0(2017). Reportagens sobre estupro e agress\u00e3o sexual desafiam os jornalistas a estabeleceram uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a com as fontes e evitarem injetar preconceitos na hist\u00f3ria. No artigo do NiemanReports, Michael Blanding escreveu sobre a import\u00e2ncia da cobertura das os casos de ass\u00e9dio sexual e sobre a melhor forma de faz\u00ea-la.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/hongkongfp.com\/2017\/12\/05\/no-metoo-china-female-journalists-face-sexual-harassment-remain-silent\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">N\u00e3o h\u00e1 #MeToo na China? O sil\u00eancio das jornalistas diante do ass\u00e9dio sexual<\/a> (2017). Um perfil da jornalista chinesa Sophia Huang Xueqin e as particularidades do ass\u00e9dio e abuso sexual na China.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cjr.org\/investigation\/rolling_stone_investigation.php\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A investiga\u00e7\u00e3o da Rolling Stone: &#8220;O erro que poderia ter sido evitado&#8221;<\/a> (2015). A investiga\u00e7\u00e3o conduzida pela Faculdade de Jornalismo da Columbia University sobre uma reportagem sobre um estupro no campus que teve que ser retratada, devido a falhas na reportagem na edi\u00e7\u00e3o, na supervis\u00e3o editorial e na verifica\u00e7\u00e3o de fatos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.hrw.org\/news\/2020\/10\/09\/bangladesh-protests-erupt-over-rape-case\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bangladesh: Protestos eclodem ap\u00f3s caso de estupro<\/a> (2020). Segundo o Human Rights Watch, estupradores raramente s\u00e3o incriminados em Bangladesh, que tem uma taxa de condena\u00e7\u00e3o por estupro menor do que 1%. Mulheres, frequentemente, confessam \u00e0 imprensa que n\u00e3o se sentem confort\u00e1veis em formalizar a den\u00fancia \u00e0 pol\u00edcia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.hrw.org\/news\/2020\/02\/18\/sexual-violence-uganda-police-should-support-victims-not-blame-them\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Viol\u00eancia sexual: A pol\u00edcia de Uganda deve apoiar as v\u00edtimas, em vez de culp\u00e1-las<\/a> (2020). Em texto do Human Rights Watch.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/cpj.org\/2014\/02\/attacks-on-the-press-security-sexual-assault\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Encontrando coragem para cobrir a viol\u00eancia sexual<\/a> (2014). Frank Smyth, da organiza\u00e7\u00e3o nova-iorquina Committee to Protect Journalists (Comit\u00ea para a Prote\u00e7\u00e3o de Jornalistas) revisa as estrat\u00e9gias e as repercuss\u00f5es na cobertura de ass\u00e9dio sexual.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.thebureauinvestigates.com\/projects\/investigating-rape\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Investigando Estupros: Uma an\u00e1lise de como pol\u00edcia e procuradores abordam as alega\u00e7\u00f5es de estupro<\/a> (2014). As investiga\u00e7\u00f5es da iniciativa brit\u00e2nica Bureau of Investigative Journalism incluem estudo de casos e relat\u00f3rios de comit\u00eas independentes.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pulitzer.org\/winners\/boston-globe-1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Abusos na Igreja Cat\u00f3lica<\/a> (2003). O jornal The Boston Globe ganhou o Pr\u00eamio Pulitzer, na categoria Servi\u00e7o P\u00fablico, pela ampla cobertura do abuso sexual cometido por padres da Igreja Cat\u00f3lica Romana (dramatiza pelo filme Spotlight). O <a href=\"https:\/\/dartcenter.org\/resources\/spotlight-on-sexual-abuse-in-catholic-church\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dart Center<\/a>\u00a0&#8211;\u00a0Centro de recursos e estudos para jornalistas que cobrem viol\u00eancia, conflitos e trag\u00e9dias em todo o mundo &#8211;\u00a0conversou com a equipe envolvida em Spotlight, em 2016, sobre como foi criada a reportagem. Veja as\u00a0<a href=\"https:\/\/gijn.org\/2015\/12\/07\/8-lessons-on-investigative-journalism-from-spotlight\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">oito\u00a0li\u00e7\u00f5es<\/a>\u00a0de David E. Kaplan, da GIJN, sobre o jornalismo investigativo de Spotlight.<\/p>\n<h4><strong>Organiza\u00e7\u00f5es e Guias \u00dateis\u00a0<\/strong><\/h4>\n<div id=\"attachment_285302\" style=\"width: 781px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-285302\" class=\"wp-image-285302 size-large\" src=\"https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash-771x434.jpg\" alt=\"Investigando abuso sexual\" width=\"771\" height=\"434\" srcset=\"https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash-771x434.jpg 771w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash-336x189.jpg 336w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash-768x432.jpg 768w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash-1170x658.jpg 1170w, https:\/\/gijn.org\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/ra-dragon-1oD7ct2mzgE-unsplash.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 771px) 100vw, 771px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-285302\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Ra Dragon\/Unsplash<\/p><\/div>\n<p>O\u00a0<a href=\"https:\/\/dartcenter.org\/topic\/sexual-violence\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dart Center for Journalism &amp; Trauma: Reporting on Sexual Violence<\/a>\u00a0tem muitas fontes para a cobertura de<a href=\"https:\/\/dartcenter.org\/resources?topic%5B0%5D=67\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00a0viol\u00eancia sexual<\/a>, incluindo r\u00e1pidas\u00a0<a href=\"https:\/\/dartcenter.org\/content\/reporting-on-sexual-violence\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">dicas para cobertura<\/a>\u00a0(inclusive em\u00a0<a href=\"https:\/\/dartcenter.org\/resources\/%D9%86%D8%B5%D8%A7%D8%A6%D8%AD-%D8%AD%D9%88%D9%84-%D9%83%D8%AA%D8%A7%D8%A8%D8%A9-%D8%A7%D9%84%D8%AA%D9%82%D8%A7%D8%B1%D9%8A%D8%B1-%D8%A7%D9%84%D9%85%D8%AA%D8%B9%D9%84%D9%82%D8%A9-%D8%A8%D8%A7%D9%84%D8%B9%D9%86%D9%81-%D8%A7%D9%84%D8%AC%D9%86%D8%B3%D9%8A\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00c1rabe<\/a> e <a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/dartcenter.org\/resources\/%E6%80%A7%E6%9A%B4%E5%8A%9B%E5%A0%B1%E9%81%93%E3%81%AE%E3%83%92%E3%83%B3%E3%83%88-%E2%93%92%E3%83%80%E3%83%BC%E3%83%88%E3%82%BB%E3%83%B3%E3%82%BF%E3%83%BC%E3%83%BB%E3%83%A8%E3%83%BC%E3%83%AD%E3%83%83%E3%83%91\">Japon\u00eas<\/a>) e como <a href=\"https:\/\/dartcenter.org\/resources\/maintaining-boundaries-sources-colleagues-supervisors\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">manter o limite entre fontes e colegas<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gijn.org\/2022\/11\/15\/best-practices-for-journalists-covering-conflict-related-sexual-violence\/\">Melhores pr\u00e1ticas para jornalistas que cobrem viol\u00eancia sexual relacionada a conflitos<\/a> (2022). A GIJN relata como cobrir a viol\u00eancia sexualizada quando ela \u00e9 frequentemente usada como arma de guerra, atingindo comunidades inteiras.<\/p>\n<p><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.ojp.gov\/ncjrs\/virtual-library\/abstracts\/interviewing-child-witnesses-and-victims-sexual-abuse\"><span style=\"font-weight: 400;\">Entrevistando Crian\u00e7as Testemunhas e V\u00edtimas de Abuso Sexual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (2022). Este guia descreve abordagens e t\u00e9cnicas que s\u00e3o projetadas para serem legalmente defens\u00e1veis enquanto minimizam mais traumas para a crian\u00e7a entrevistada. Essas t\u00e9cnicas enfatizam a manuten\u00e7\u00e3o de uma perspectiva objetiva por parte do entrevistador, evitando perguntas indutoras, especialmente com crian\u00e7as pequenas, que podem ser suscet\u00edveis \u00e0s sugest\u00f5es dos adultos.<\/span><\/p>\n<p><a rel=\"noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/undertheropes.com\/2021\/06\/01\/my-story-is-not-your-trauma-porn-how-not-to-interview-survivors-of-sexual-assault\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Minha hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 sua pornografia de trauma: como n\u00e3o entrevistar sobreviventes de agress\u00e3o sexual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (2021). Neste artigo, uma sobrevivente de agress\u00e3o sexual relembra a experi\u00eancia de concordar com uma entrevista sobre sua agress\u00e3o e explica os erros cometidos pelos produtores ao marcar a entrevista e as perguntas que fizeram a ela.<\/span><\/p>\n<p>A\u00a0<a href=\"https:\/\/fundaciongabo.org\/es\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fundaci\u00f3n Gabo<\/a>, criada pelo jornalista colombiano Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez para incentivar o jornalismo de excel\u00eancia, traduziu para o Espanhol a lista de dicas do Dart Center para jornalistas que estejam\u00a0<a href=\"https:\/\/fundaciongabo.org\/es\/blog\/periodismosalud\/cubrir-casos-de-violacion-consejos-para-periodistas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cobrindo casos de estupro<\/a>.\u00a0<a href=\"https:\/\/ijnet.org\/es\/story\/consejos-para-periodistas-que-cubren-casos-de-abuso-sexual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A IJnet Espa\u00f1ol fez o mesmo<\/a>.<\/p>\n<p>Organiza\u00e7\u00e3o em prol da imprensa independente no Reino Unido, a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ipso.co.uk\/member-publishers\/guidance-for-journalists-and-editors\/guidance-on-reporting-of-sexual-offences\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Independent Press Standards Organisation<\/a>\u00a0(IPSO) estabelece as leis e orienta rep\u00f3rteres investigando casos de viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p>A\u00a0<a href=\"https:\/\/www.angles.org.uk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Angles<\/a>, tamb\u00e9m sediada no Reino Unido e que trabalha para gerar mais conscientiza\u00e7\u00e3o a respeito da viol\u00eancia ou abuso sexual e dom\u00e9stico,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.angles.org.uk\/for-journalists\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">oferece recursos, estat\u00edsticas, diretrizes de den\u00fancia e contatos \u00fateis para jornalistas<\/a>.<\/p>\n<p>A\u00a0<a href=\"https:\/\/www.achpr.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Comiss\u00e3o Africana de Direitos Humanos<\/a>\u00a0(African Comission on Human and Peoples\u2019 Rights) foi criada fora dos pa\u00edses da \u00c1frica para enfrentar quest\u00f5es relativas aos direitos humanos, principalmente relacionadas \u00e0 viol\u00eancia sexual. Leia aqui o manual elaborado pela Comiss\u00e3o para\u00a0<a href=\"https:\/\/www.achpr.org\/public\/Document\/file\/English\/achpr_eng_guidelines_on_combating_sexual_violence_and_its_consequences.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">combater \u00e0 viol\u00eancia sexual e suas consequ\u00eancias<\/a>\u00a0em toda a \u00c1frica.<\/p>\n<p>O\u00a0<a href=\"https:\/\/issafrica.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Africa\u2019s Institute of Security Studies<\/a>\u00a0(Instituto para Estudos de Seguran\u00e7a na \u00c1frica, em tradu\u00e7\u00e3o livre) divulga recursos para todo o continente, incluindo um resumo da pol\u00edtica de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.files.ethz.ch\/isn\/185885\/PolBrief72.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">viol\u00eancia sexual<\/a>\u00a0na \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.saferspaces.org.za\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Safe Spaces<\/a>\u00a0(Espa\u00e7os Seguros, em portugu\u00eas) luta para ser um hub sul-africano de informa\u00e7\u00f5es-chaves sobre recursos, boas pr\u00e1ticas e divulga\u00e7\u00e3o de eventos que englobam todos os aspectos relacionados \u00e0 seguran\u00e7a, bem como a preven\u00e7\u00e3o de crimes e da viol\u00eancia, inclusive\u00a0<a href=\"https:\/\/www.saferspaces.org.za\/search?keywords=RAPE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sexual<\/a>.<\/p>\n<p>O portal de not\u00edcias humanit\u00e1rias ReliefWeb, do Escrit\u00f3rio de Coordena\u00e7\u00e3o de Assuntos Humanit\u00e1rios (Ocha, na sigla em ingl\u00eas), produziu um\u00a0<a href=\"https:\/\/reliefweb.int\/report\/world\/reporting-violence-against-women-and-girls-handbook-journalists\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">manual para jornalistas que denunciam a viol\u00eancia contra mulheres e meninas<\/a>.<\/p>\n<p>A\u00a0<a href=\"https:\/\/svri.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sexual Violence Research Initiative<\/a>\u00a0(SVRI) \u00e9 uma rede global de pesquisa sobre viol\u00eancia contra mulheres e crian\u00e7as.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental norte-americana\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nsvrc.org\/sexual-violence-reporting-tools\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">National Sexual Violence Resource Center<\/a>\u00a0(NSVRC) trabalha para promover, na imprensa, den\u00fancias de viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p>Sediada nos Estados Unidos, a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.rainn.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rape, Abuse &amp; Incest National Network<\/a>\u00a0(RAINN) \u00e9 a maior organiza\u00e7\u00e3o de combate \u00e0 viol\u00eancia sexual no pa\u00eds. E produz guias e manuais como o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.rainn.org\/articles\/tips-interviewing-survivors\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dicas para Entrevistar Sobreviventes<\/a>\u00a0(em ingl\u00eas, Tips for Interviewing Survivors), voltado para jornalistas, e um gloss\u00e1rio com os\u00a0<a href=\"https:\/\/www.rainn.org\/articles\/key-terms-and-phrases\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">principais termos e palavras<\/a>.<\/p>\n<p>A\u00a0<a href=\"https:\/\/www.law.berkeley.edu\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/The-Investigation-and-Prosecution-of-Sexual-Violence-SV-Working-Paper.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Promotoria e Investiga\u00e7\u00e3o de Viol\u00eancia Sexual<\/a>\u00a0do Human Rights Center, na Faculdade de Direito de Berkeley, University of California, exp\u00f5e as dificuldades que surgem na investiga\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/11390423\/Reporting_on_Rape_and_Sexual_Violence_A_Media_Toolkit_to_Better_Media_Coverage\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Reporting on Rape &amp; Sexual Violence: A Media Toolkit to Better Media Coverage<\/a>\u00a0(em tradu\u00e7\u00e3o livre, Reportagens sobre estupro e viol\u00eancia sexual: um kit de ferramentas midi\u00e1ticas para melhorar a cobertura jornal\u00edstica), elaborado pela For\u00e7a-Tarefa de Chicago para combater a viol\u00eancia contra meninas e jovens mulheres, inclui exemplos de boas e m\u00e1s reportagens sobre viol\u00eancia sexual, junto a dicas e notas sobre como entender as estat\u00edsticas.<\/p>\n<p>Mesmo que os manuais a seguir tenham sido escritos para a imprensa norte-americana, elucidam uma s\u00e9rie de d\u00favidas e processos:\u00a0<a href=\"https:\/\/barcc.org\/assets\/pdf\/Journalists-a_guide.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Denunciando Agress\u00f5es Sexuais: Um Guia para Jornalistas<\/a>, da Coaliz\u00e3o de\u00a0<a href=\"https:\/\/mcedsv.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Michigan para o Fim das Viol\u00eancias Dom\u00e9stica e Sexual<\/a>, e o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.mncasa.org\/media-resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Den\u00fancia de Viol\u00eancia Sexual: Um Guia para Jornalistas<\/a>, da Coaliz\u00e3o de Minnesota contra Agress\u00e3o Sexual.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A GIJN oferece um guia atualizado de dicas investigativas para den\u00fancias de abuso e agress\u00e3o sexual, incluindo recursos, estudos de caso e dicas para reportar de forma respeitosa.<\/p>\n","protected":false},"author":3031175,"featured_media":1216480,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"republication-tracker-tool-hide-widget":false,"footnotes":"","_tec_slr_enabled":"","_tec_slr_layout":""},"categories":[23166,23164],"tags":[],"gijn_topic":[18817],"series":[],"gijn_language":[],"gijn_region":[],"class_list":["post-1214001","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-guia","category-recursos","gijn_topic-ferramentas-dicas-para-reportagens"],"acf":[],"ticketed":false,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1214001","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3031175"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1214001"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1214001\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1222027,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1214001\/revisions\/1222027"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1216480"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1214001"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1214001"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1214001"},{"taxonomy":"gijn_topic","embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/gijn_topic?post=1214001"},{"taxonomy":"series","embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/series?post=1214001"},{"taxonomy":"gijn_language","embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/gijn_language?post=1214001"},{"taxonomy":"gijn_region","embeddable":true,"href":"https:\/\/gijn.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/gijn_region?post=1214001"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}