Sobre a GIJN

A Rede Global de Jornalismo Investigativo (GIJN, na sigla em inglês) é uma associação de organizações internacionais que apoiam, produzem e promovem jornalismo investigativo. A rede reúne 172 organizações baseadas em 75 países. A GIJN organiza conferências, oferece recursos e aconselhamentos, e publica feeds diários em sete línguas diferentes sobre as últimas ferramentas, técnicas e oportunidades para os jornalistas em campo. A cada dois anos, a GIJN organiza a conferência global de jornalismo investigativo, que já reuniu mais de 6 mil jornalistas de 130 países diferentes desde 2001.

Associação à GIJN

A participação na Global Investigative Journalism Network está aberta a organizações sem fins lucrativos, ONGs e organizações educacionais, ou suas equivalentes, que trabalham ativamente em apoio ao jornalismo investigativo e ao jornalismo de dados relacionado a investigações. Jornalistas individuais, a maioria das empresas com fins lucrativos e entidades governamentais não são elegíveis para participar. O jornalismo investigativo é definido como apurações e reportagens sistemáticas, profundas e originais, geralmente envolvendo a descoberta de segredos e o uso intensivo de registros públicos, com foco na justiça social e em fiscalização do poder. Para mais informações sobre isso, consulte o Centro de Recursos da GIJN. A filiação à GIJN é por aplicação e está sujeita à aprovação do Conselho de Diretores.

Definindo jornalismo investigativo

Embora as definições de reportagem investigativa variem, entre os grupos de jornalismo profissional há amplo consenso sobre seus principais componentes:  apurações e reportagens sistemáticas, profundas e originais, geralmente envolvendo a descoberta de segredos. Outros observam que sua prática geralmente envolve o uso intensivo de registros públicos e dados, com foco na justiça social e fiscalização do poder. “A investigação a partir de histórias”, um manual de jornalismo investigativo publicado pela UNESCO, define desta maneira: ““O jornalismo investigativo envolve a exposição ao público assuntos que são ocultados – deliberadamente por alguém em posição de poder, ou acidentalmente, por trás de uma massa caótica de fatos e circunstâncias que obscurecem o entendimento. Ele requer o uso de fontes e documentos secretos e abertos”. O grupo de jornalismo investigativo holandês-flamenco VVOJ define reportagem investigativa simplesmente como “jornalismo crítico e aprofundado”.

Acesso à informação

Abaixo estão alguns dos melhores recursos para jornalistas que buscam formular pedidos de acesso à informação em países que possuem leis que regulamentam esse tipo de acesso. É bom lembrar que, embora mais de 100 países tenham leis que exigem que os funcionários entreguem informações públicas, muitos outros países não têm leis que especifiquem se esses dados e documentos devem ou não ser disponibilizados. Nunca é demais perguntar. Você tem algo a adicionar ou atualizar? Envie um e-mail para hello@gijn.org

INTERNACIONAL

Freedominfo.org traz links para as leis de países específicos, histórias e outros recursos.

Ajuda emergencial para jornalistas

Nossos colegas jornalistas estão sob ameaça em todo o mundo. Desde 1992, mais de mil jornalistas foram mortos e outros milhares são vítimas de agressão, intimidação, aprisionamento e perseguição. Várias organizações fornecem suporte emergencial para jornalistas em perigo. As assistências variam de ajuda médica e legal à remoção de um jornalista alvo para fora do país. Se você estiver em perigo, não hesite em entrar em contato – há ajuda disponível.

A RSF publica o seu relatório: Assédio online de jornalistas: quando os trolls atacam

Em um novo relatório da organização Repórteres sem Fronteiras, “Assédio online a jornalistas: quando os trolls atacam”, sua rede global de correspondentes em 12 países joga luz sobre os mais novos perigos para jornalistas: ameaças e insultos em redes sociais com o objetivo de intimidar e silenciar profissionais da imprensa. RSF definiu estas 25 recomendações (trechos abaixo) sobre como governos, organizações internacionais,